Claudio Cupertino abre exposição solo no Espaço Cultural da Quinta da Baroneza
17/07/2018
Vencedor do Prêmio Leonardo da Vinci, na Itália, inaugura a exposição “Cupergrafia – Marcas de Cupertino”, no dia 21 de Julho.  

Considerado um dos expoentes da arte de sua geração, o artista plástico Claudio Cupertino transita em 2018 em ritmo de conquistas e mudanças. Após o triunfo em sua primeira exposição solo na Europa, na 21ª edição do Salão de Arte Contemporânea Internacional, realizada no Museu do Louvre, ele voltou de Paris duplamente premiado.

O artista foi condecorado com Medalha de Honra e o 1° lugar no Prêmio Mundial de Arte Contemporânea de Paris, concedido por membros, jornalistas e críticos de arte. No retorno ao Brasil, concretizou um projeto que vinha alimentando desde 2017, a mudança de Porto Alegre/RS, onde viveu durante 12 anos, para São Paulo, onde deu os primeiros passos de sua carreira nas artes plásticas.

"A ideia é estar mais próximo da efervescência das belas artes no eixo Rio/SP" - afirma Cupertino, vencedor do prêmio Leonardo da Vinci 2018, que foi concedido no Palácio Borghese, em Florença, Itália, onde na mesma noite, recebeu ainda o título de Artista Universal.

O Artista é criador da técnica Cupergrafia. Suas obras já foram expostas em galerias de Londres, Berlim, Roma, Firenze, Viena, Bienal de Veneza, Bienal de Versailles, (03) três exposições no Museu du Louvre em Paris; em Miami participou da ArtBasel e Nova York, sua obra foi exposta na Sede da ONU, onde foi condecorado in loco com o Prêmio Selo GOLD.

Somam ao currículo do artista;

Vencedor do Prêmio "Raffaelo" em Bologna, na Itália. – Maio/2018

Vencedor do Prêmio "Leonardo Da Vinci" em Florenca, na Itália. – Jan/2018

Título de "Artista Universal" no Palazzo de Borghese, em Florença, na Itália. – Maio/2018

Título de "Dr Honoris Causa em Artes Plásticas" pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. – Maio/2018

Prêmio" Mundial d'Art Contemporain de Paris" no Museu du Louvre. – Out/2017

Prêmio Selo GOLD, concedido pela Sede da ONU em New York. – Dez/2016

"A abstração na obra de Claudio Cupertino deixa antever uma certa geometrização, cuja sobreposição de camadas cria uma atmosfera diáfana – incrivelmente gestada do preto total, ou excepcionalmente de um verde marcante. Esses elementos peculiares, obtidos por técnica dentro do processo básico da litografia, adaptada ao seu modus operandi, que se tornou literalmente sua marca registrada do trabalho, abrem caminho para a evolução da obra. - Trecho do texto curatorial, de Cézar Prestes.

Claudio Cupertino