Adriana Soares
04/11/2016
Expressionista por natureza

Adriana era professora de Literatura, lia poesias, tocava piano e violoncelo. Veio para São Paulo há seis anos e descobriu-se como artista plástica. Começou pintando cerâmica. Percebeu que tinha talento e fez um curso para se aperfeiçoar. Descobriu sua própria maneira de pintar, sendo rebelde, desobedecendo às orientações dos professores. Colocou suas obras no Facebook e, surpreendentemente, foi contatada pelo marchand Éric Landmayer, da Eric Art, uma galeria com 40 anos de existência. Ele classificou seu trabalho como “diferente” e, acreditando em seu potencial, tornou-se curador de suas obras. 

Em maio de 2016, enviou sua primeira tela, “A Santíssima Trindade”, para a primeira exposição e a obra foi premiada. Uma raridade! Após, na Sociedade Brasileira de Belas Artes, no 51º Salão Feminino, também conquistou um prêmio com a obra “Conexão”. Daí por diante, incentivada por Eric, em todos os salões que entrou, obteve premiação, inclusive no exterior.

Por ocasião das Olimpíadas, esteve recentemente numa exposição internacional no Rio de Janeiro e ganhou medalha de prata por uma de suas obras. Agora, dentre 20 artistas escolhidos, participará de uma exposição internacional, em Abudabi, Dubai. Em seguida, irá para o Louvre, em Paris.

O mais interessante é que Adriana não segue um estilo, um padrão. Para ela, arte é liberdade, deve ser feita com sentimentos. É expressionista por natureza! Vive o momento de criação, sem grandes planos. Criou uma técnica que chama de “craquelado na tela” e segue produzindo conforme sua sensibilidade. Talvez por isso, seu sucesso foi um “boom”! Pela isenção de estilos, formas, cores. Sua arte, como sua vida, não são lineares; há quebras, recomeços, transformações!

Contatos:

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Adriana Soares