Brasil: Uma fábrica de fazer milionários
13/02/2015
O consumo de produtos e serviços de luxo é um fenômeno que está em franca expansão no Brasil.

Brasil: Uma fábrica de fazer milionários

O consumo de produtos e serviços de luxo é um fenômeno que está em franca expansão no Brasil.

Os países emergentes: Brasil, Índia, Rússia, China e África do Sul caminham para serem os grandes mercados consumidores de luxo no mundo.

Visando este público, os conglomerados na área estão se moldando e alinhando suas estratégias para atendê-lo.

No Brasil, em consonância com o cenário internacional, este mercado cresce e se configura um campo de oportunidades. Como consequência, compreender a dinâmica dessa oferta e demanda específica mostra-se necessário tanto para os profissionais que estão envolvidos no negócio, como para aqueles que querem entendê-lo.

Até porque, adquirir um produto ou serviço de luxo se tornou um estilo de vida, uma experiência.

O consumidor está cada vez mais exigente e querendo entender as estratégias de gestão das empresas, pois não se está comprando um produto e sim uma maneira de ser.

Vivemos um momento perfeito nos segmentos de luxo. Hoje temos 60% das marcas internacionais no Brasil e em 2013 e 2014 os outros 40% chegarão. Um cenário bastante promissor.

Apesar do mercado de luxo no Brasil ainda não ter sido mensurado, as previsões de faturamento para 2013 e 2014 são bastante otimistas. Esse otimismo é impulsionado pelo surgimento de novos ricos.

Em 2012, segundo a revista Forbes, o Brasil possuía 165 mil milionários e 74 bilionários. Junto com a África do Sul, são os dois países onde mais surgirão milionários até 2016.

Segundo relatório do Banco Credit Suisse, o Brasil se tornou uma fábrica de milionários.

Em 2013, a cada 27 minutos uma pessoa se tornará milionária, ou seja, nesse período em que você está lendo esse artigo, está surgindo um novo milionário no país.

Com essa mudança de estrutura, é muito importante saber como é que pensam esses novos milionários, como agem, como fazer negócios e qual é o comportamento de consumo deles.

Normalmente, passam por três fases, a saber:

Na primeira, não gastam muito, pois não estruturaram ainda a relação econômico-financeira de modo a se sentirem à vontade com o consumo mais exclusivo.

Na segunda, ocorre o inverso: aostentação. Nesta, a preferida das marcas de luxo, eles investem pesado na autoimagem, inserindo-se no novo diálogo com a sociedade e status social.

Na última, já estão acostumados com a cultura do luxo e já não precisam investir em excesso, mas sim por prazer e pela experiência.

Se Deus não é brasileiro, com certeza as férias no Brasil Ele passou.

O país sediará dois grandes eventos mundiais e os segmentos do mercado de luxo irão crescer nos próximos anos.

O Brasil é o país que a França mais investe no grupo dos Bric’s.

As marcas francesas renomadas finalmente nos descobriram e nos próximos anos teremos grifes famosas abrindo suas boutiques por aqui.

São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Belo Horizonte, Curitiba são as cidades escolhidas pelos conglomerados de luxo para investirem nos próximos anos.

Precisamos apenas nos preocuparmos com a profissionalização desse mercado e aproveitar os bons ventos, pois definitivamente o Brasil tornou-se a bola da vez.

Tons of luck!